A Fábrica – Parte Doze

Micaela estava vestindo uma minissaia de pregas preta, regata sem sutiã, botas de couro e meias que subiam até depois do joelho. Ricardo beijou sua boca com paixão, enquanto um outro rapaz levantava sua saia e revelava uma calcinha bastante cavada, também negra, com uma caveira prateada na parte da frente. O terceiro homem aproximou-se, e os beijos dela se revezaram entre ele e Ricardo. O segundo sujeito que passava as duas mãos nas nádegas da garota, e logo enfiou o rosto entre elas, afastando-as, mergulhando com vontade.

A moça gemeu. Seus seios foram apalpados, cada um por um rapaz, por cima do tecido, enquanto ela era beijada. Um quarto elemento, também integrante da banda, filmava tudo, a excitação evidente na frente das calças.

A camiseta da jovem foi retirada, seus seios alvos de auréolas róseas, volumosos, descobriram-se em esplendor para logo serem engolidos por bocas sedentas. Ricardo e seu parceiro, de pé, puseram-se a tirar as calças e revelaram membros rijos que encostaram em Micaela. A garota sorria, afagava os cabelos deles.

No meio tempo, sua saia tivera o zíper aberto e fora também removida. Suas coxas carnudas apareceram. Ramon, a uma distância segura, acariciava seu próprio pênis, imaginando quando teria a chance de pôr ele mesmo as mãos naquela voluptuosa criatura.

O integrante que estava a afogar-se em seu bumbum levantou, tirou a roupa e encaixou sua ereção no meio do pano da calcinha de caveira. Ele tirou o frondoso cabelo do caminho e beijou, carinhoso, o pescoço da jovem, que retribuiu envolvendo sua cabeça com um braço, fazendo seu lindo busto ficar ainda mais majestoso.

Ricardo desceu-lhe a calcinha e cheirou com gosto os pêlos meio alourados de sua púbis, permitindo que seu amigo se ocupasse sozinho do par de seios, tarefa desempenhada sem reservas.

Micaela, em seguida, ajoelhou-se e se viu cercada por uma tríade de varas rígidas. Jogou os cabelos para trás, e sorrindo, agarrou duas delas, massageou-as, e guardou a do vocalista na boca. Ela engoliu todo o membro de Ricardo; fazia lentamente, degustava cada centímetro. O rapaz da câmera chegou mais perto, e Micaela começou a fazer o serviço em outro do grupo, e depois em outro; passou a alternar. Sem aviso, levou as mãos ao cinto do responsável pela filmagem e arriou sua roupa. Sorriu e envolveu seu pênis com uma voracidade abissal. O jovem gritou de excitação, e sem acreditar, deitou algumas palavras e não parou de filmar.

O baixista, aquele que lhe mexera nas nádegas, curvou-a de quatro, e por um instante todos admiraram aquela retaguarda sem marcas, lisa, cheia de carne, e o sexo. Ele, então, a pressionou, fez seu rosto tocar o chão do pátio, arreganhou sua parte traseira e tascou-lhe a língua no ânus, ouvindo os desbaratados encorajamentos dos amigos.

Como se dominasse a situação e não mais pudesse esperar, penetrou-a por trás, primeiro devagar, depois com violência tal que a fez gritar. O que filmava focou o rosto dela enquanto ela se aprumava, ainda em pose de cadela. Ricardo foi até sua face, se abaixou, e ela engoliu novamente seu pênis, fogosa, embora não tivesse mais tanto controle sobre o que fazia, pois era balançada pelos solavancos da penetração. O outro cara chegou ao lado de Ricardo e a garota deu atenção aos dois integrantes, chegou mesmo a pôr ambos na boca de uma vez e mantê-los lá.

Interessado, o baixista também foi até onde os outros estavam e forçou sua entrada na garganta da moça, que resistiu. A saliva escorria. Os três fizeram movimentos como se estivessem penetrando a boca dela, e apesar das tosses, ela continuou.

Ricardo então virou-a de barriga pra cima e abocanhou seu sexo, fez sua língua entrar o mais fundo que pôde e permaneceu por longo tempo daquele modo. Enquanto ele fazia isso, os seios dela eram novamente explorados e sua boca beijada com ardência.

O guitarrista virou-a de lado, o que não atrapalhou o trabalho do vocalista, e foi a vez dele de sentir o orifício anal da bela garota com o paladar, sendo sufocado pela abundância traseira da moça. O baixista deu um jeito de, mais uma vez, ganhar um caprichado sexo oral, que continuou sendo obscenamente executado até quando ela era penetrada por seus parceiros de banda. Frontalmente, Ricardo; pelos fundos, o guitarrista.

Micaela gemeu, sussurrou, soltou gritinhos. Ramon gozou.

Ao final, eles de pé, ela ajoelhada e exausta, cada rapaz ejaculou em sua boca. Primeiro Ricardo, depois o guitarrista, e por fim, o baixista, que segurou sua cabeça, fazendo-a tossir e engolir sêmen.

Ela, com o queixo e bochechas empapadas, lambeu os lábios e botou no rosto uma expressão sacana para a câmera. O tecladista, que filmava, também gozou na sua língua, e quando tudo acabou, ouviu-se a voz de Ricardo, que já se vestia:

– Esse clipe vai marcar história! Vamos quebrar todas as barreiras, afundar a hipocrisia! Agora vai lá filmar o interior do prédio.

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