Brevidades #25

Que bom que eu não sou — e jamais serei — presidente do país, senão já tinha telefonado ao Macron:

— Você quer guerra, seu bostinha?

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4 estrofes de “Os Lusíadas” já estão memorizadas. Vou memorizar esse negócio todo, se Deus quiser, nem que leve 15-20 anos.

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Sei que isso acontece a outras pessoas, mas acho engraçado como alguns autores ganham, tão naturalmente, apelidos de mim. Otto Maria Carpeaux, por exemplo, eu chamo de Velho Anacrônico; Bocage eu chamo de Melodramático do Cacete. Só que geralmente esses apelidos brotam depois de eu ter passado longo tempo com os sujeitos, depois de termos discutido na minha cabeça, de eu tê-los agarrado pelo gasnate, etc.

Não foi o que aconteceu com Paul Strathern. Mal havia acabado o seu “Platão em 90 minutos” e já o estava chamando de Paulinho.

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O álbum de estréia do Paramore é uma espécie de bagunça repetitiva visitada por um ou outro momento razoavelmente agradável (o que é desculpável, se levarmos em consideração a idade da banda à época). A faixa melhorzinha é Franklin.

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