Os Diabretes e a Saia

Não é o vento que brinca com tua saia,

São os mesmos miúdos diabretes travessos

Que me fazem desejar que tu caias

Para eu ter a visão que não mereço.

Esses danados adejam às bordas do pano

E me vêm sussurrar aos ouvidos.

Depois lá se vão, e me pregam outro engano

Mexendo ligeiros no tecido.

*

Bragança Paulista, 2019

Poemeto de Igor Miranda (Pseudônimo de Yuri Mayal)

Imagem: Cottonbro/ Pexels

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