Brevidades #51

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Não sou desses que, vendo um texto que julgo afetado, mal-escrito, errado ou tudo isso junto, especialmente se os parágrafos brotam dos dedos de pessoas esforçadas ou que estão tentando algo novo, ocupam as caixas de comentários com palavras amargas de desmerecimento. Contenho-me por três razões muito simples; a primeira razão é que a pessoa que escreveu não me perguntou a opinião! se perguntar, terá a resposta sincera. A segunda razão é que não aprecio encher o saco de quem simpatizo gratuitamente. A terceira é que sou um estúpido afundado no Pântano da Ignorância, não domino gramáticas, não li quase nenhuma grande obra da literatura mundial — uso “literatura” em sentido amplo –, li pouquíssimo da literatura luso-brasileira e meu desconhecimento sobre diversos assuntos mal pode ser mapeado. Esta situação lamentável só será amenizada, se Deus permitir, numa década ou duas, de maneira que me sinto charlatão expedindo cânones banhados em chatice.

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Quem for pai ou mãe que proteja suas crias, que pelo amor de Deus não ache que o avanço da pedofilia é “teoria da conspiração”. Não duvidem da maldade dos demônios.

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É impressionante, não tem uma foto do Biden que eu veja — e olhem que a mídia, claro, deve escolher as melhores para estampar as matérias –, que não me passe a impressão de fraqueza e incapacidade. É um negócio que me agonia, o homem é fraco, fraco, fraco. Parece que as coisas vão mal lá pelas bandas do Norte.


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